A noite fomos ao terraço do Hotel (Holiday Inn) e havia uma banda latina (acho que do Equador) tocando aquele mix de salsa, merengue, cha-cha-cha que a gringada adora. Lugar bacana, cheio de pessoas locais bem arrumadas, e estrangeiros desleixados.
Dia 3 fomos num tour pela ilha para alguns lugares conhecidos, sem muita esperança de ver muita coisa em um único dia, mas enfim... Para não toma tempo demais, descemos de Lefkosia (meio da ilha) em direção sudoeste, passando por uma cadeia de montanhas no meio da ilha (região de Troodos), até uma cidade no extremo sudoeste chamada Pafos. Voltamos para Lefkosia através de Limasol (Lemesos).
A cadeia de montanhas onde está Troodos é impressionante, pois ela está exatamente sobre o deserto plano, como uma parede de
mais de 3.000 metros de altura. A vegetação muda derepente devido a temperatura mais alta nas montanhas.
Em algumas regiões dessas montanhas existe neve durante todo o inverno. Na mesma cadeia existe uma das bases militares que os Britânicos possuem na ilha (uma das condições da doce rainha antes de conceder a independência aos Cipriotas).

A base da montanha está exatamente sobre a linha que divide a área ocupada. Uma pena que não consegui uma foto boa, mas passaram dois comboios de carros da ONU cheios de "blue helmets". Algumas placas interessantes sobre a linha divisória: "Por favor, não cruzem essa cerca por razões de segurança. Não podemos esquecer que os Turcos estão ocupando nossas terras". Só consegui uma foto do caminhão com a placa UN.
No ponto mais alto da montanha está o sepultado o primeiro presidente (Arcebispo Makarios) do Chipre, que também era o líder religioso no país (provavelmente uma das razões que
incomodou a Turquia). Ele desejava ser enterrado naquele ponto, e o povo atendeu sem maiores problemas, uma vez que parece existit um profundo respeito pelo mesmo. O lugar é bastante friozinho se comparado aos 30 e tantos graus constantes do nível do mar. O mesmo foi deposto por um golpe militar pouco antes da invasão. A junta militar que o depôs era pró unificação com a Grécia... Mais motivos para os Turcos invadirem. Detalhe para o soldado e sua singela metralhadora.
Próximo a esse ponto está o Mosteiro Kykkos, que é o m
ais famoso do Chipre, onde as autoridades da igreja ortodoxa no país se reúnem. Diferente pelas pinturas de origem Bisantina (arcos dourados em torno das imagens), e pelo culto. Chegamos durante um culto, que lembra um pouco os cantos beneditinos.
Essas portas pequenas são quartos de retiro. Você pode reservar
(independente do que essa palavra signifique aqui) um desses quartos para se retirar ali. Não se pode entrar sem calças no mosteiro, mas eles tem um saco com calças "meia boca" para você colocar e entrar :) 
Uma tradição do lugar é fazer um pedido nos locais sagrados e amarrar uma "fitinha" na árvore próxima a imagem. Vários lugares estão "bombados" de fitinha, no melhor estilo Senhor do Bonfim. Uma feirinha próxima vende as coisas típicas, como frutas
caramelizadas, e algumas coisas exóticas demais para meu gosto :)
A altitude muda radicamento a paisagem.
Dia 3 fomos num tour pela ilha para alguns lugares conhecidos, sem muita esperança de ver muita coisa em um único dia, mas enfim... Para não toma tempo demais, descemos de Lefkosia (meio da ilha) em direção sudoeste, passando por uma cadeia de montanhas no meio da ilha (região de Troodos), até uma cidade no extremo sudoeste chamada Pafos. Voltamos para Lefkosia através de Limasol (Lemesos).
A cadeia de montanhas onde está Troodos é impressionante, pois ela está exatamente sobre o deserto plano, como uma parede de
mais de 3.000 metros de altura. A vegetação muda derepente devido a temperatura mais alta nas montanhas.Em algumas regiões dessas montanhas existe neve durante todo o inverno. Na mesma cadeia existe uma das bases militares que os Britânicos possuem na ilha (uma das condições da doce rainha antes de conceder a independência aos Cipriotas).

A base da montanha está exatamente sobre a linha que divide a área ocupada. Uma pena que não consegui uma foto boa, mas passaram dois comboios de carros da ONU cheios de "blue helmets". Algumas placas interessantes sobre a linha divisória: "Por favor, não cruzem essa cerca por razões de segurança. Não podemos esquecer que os Turcos estão ocupando nossas terras". Só consegui uma foto do caminhão com a placa UN.
No ponto mais alto da montanha está o sepultado o primeiro presidente (Arcebispo Makarios) do Chipre, que também era o líder religioso no país (provavelmente uma das razões que
incomodou a Turquia). Ele desejava ser enterrado naquele ponto, e o povo atendeu sem maiores problemas, uma vez que parece existit um profundo respeito pelo mesmo. O lugar é bastante friozinho se comparado aos 30 e tantos graus constantes do nível do mar. O mesmo foi deposto por um golpe militar pouco antes da invasão. A junta militar que o depôs era pró unificação com a Grécia... Mais motivos para os Turcos invadirem. Detalhe para o soldado e sua singela metralhadora.
Próximo a esse ponto está o Mosteiro Kykkos, que é o m
ais famoso do Chipre, onde as autoridades da igreja ortodoxa no país se reúnem. Diferente pelas pinturas de origem Bisantina (arcos dourados em torno das imagens), e pelo culto. Chegamos durante um culto, que lembra um pouco os cantos beneditinos.Essas portas pequenas são quartos de retiro. Você pode reservar
(independente do que essa palavra signifique aqui) um desses quartos para se retirar ali. Não se pode entrar sem calças no mosteiro, mas eles tem um saco com calças "meia boca" para você colocar e entrar :) 
Uma tradição do lugar é fazer um pedido nos locais sagrados e amarrar uma "fitinha" na árvore próxima a imagem. Vários lugares estão "bombados" de fitinha, no melhor estilo Senhor do Bonfim. Uma feirinha próxima vende as coisas típicas, como frutas
caramelizadas, e algumas coisas exóticas demais para meu gosto :)A altitude muda radicamento a paisagem.
Descendo "do outro lado" (sul) da ilha, se chega a Lemesos, uma cidade relativamente grande.
O Castelo de Lemesos é bastante interessante, apesar de não existir qualquer explicação no local sobre o
mesmo. A construção
originalmente do século XI, como tudo na região foi semi ou completamente destruída dezenas de vezes, e aparentemente esse teve sua forma mantida em todas as restaurações. Todo em pedra, com paredes de mais de 1 metro de espessura, o mesmo assusta. Não há nada dentro do castelo e a única pintura existente dentro do mesmo está bastante danificada pelos
criativos seres humanos com desenhos sobre a pedra.
Ao lado do mesmo está uma igreja equivalente as Rotundas da Europa continental, provavelmente do século XI ou XII. Não há como chegar até a mesma.
O Castelo de Lemesos é bastante interessante, apesar de não existir qualquer explicação no local sobre o
mesmo. A construção
originalmente do século XI, como tudo na região foi semi ou completamente destruída dezenas de vezes, e aparentemente esse teve sua forma mantida em todas as restaurações. Todo em pedra, com paredes de mais de 1 metro de espessura, o mesmo assusta. Não há nada dentro do castelo e a única pintura existente dentro do mesmo está bastante danificada pelos
criativos seres humanos com desenhos sobre a pedra.Ao lado do mesmo está uma igreja equivalente as Rotundas da Europa continental, provavelmente do século XI ou XII. Não há como chegar até a mesma.
Almoçamos em um restaurante típico na cidade balneária
de Pafos onde um castelo do mesmo estilo de Lemesos está no estremo de uma península. Nada dentro do castelo, mas vale pelo visual do
Mediterrâneo. A arquitetura de pedra arenosa é bem curiosa, em vários cantos se visualiza algumas ruínas e escavações arqueológicas, algumas vezes literamente "no meio da rua".
de Pafos onde um castelo do mesmo estilo de Lemesos está no estremo de uma península. Nada dentro do castelo, mas vale pelo visual do
Mediterrâneo. A arquitetura de pedra arenosa é bem curiosa, em vários cantos se visualiza algumas ruínas e escavações arqueológicas, algumas vezes literamente "no meio da rua".Como de costume almoçamos "meze", padrão dinossauro. Agora o menu era peixes, e o cidadão ficou trazendo diversos tipos de peixes por mais de
1/2 hora. O Petros que era nosso guia, comeu praticamente sem parar, incluindo minha parte e a do James. Fora que o cidadão resolveu brincar com uma das garçonete que não dando muita bola despertou a fúria Cipriota no mesmo. Papelão... :)
1/2 hora. O Petros que era nosso guia, comeu praticamente sem parar, incluindo minha parte e a do James. Fora que o cidadão resolveu brincar com uma das garçonete que não dando muita bola despertou a fúria Cipriota no mesmo. Papelão... :)Saindo de lá voltamos diretamente ao Hotel, mesmo porque depois de praticamente 1 semana sem dormir direito e com um vôo saindo de volta às 2hs da manhã, não havia muito o que fazer.
Táxi de volta para o aeroporto e depois de solucionar o problema do James que conseguiu perder a passagem, voamos de volta a Budapeste. Mais 9 horas na terra dos Magiares, voltas pela cidade (ver fotos do tour de maio/2006 em http://sampaio-cz.blogspot.com), pega metrô e ônibus de volta para o aeroporto, e finally back to the cold Canada. Detalhe: como canadense gosta de grama, o James estava sentido algo como "grass sick", e não coneguia conter a alegria em ver todo o "pasto" no caminho de volta :)


















